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25.2.04

O futurismo de Evola e um verbete de Luciano de Maria 

Em "Futurisme et Futurismes" (Le Chemin Vert, Paris, 1986, pág. 68), surge um verbete da autoria de Luciano de Maria dedicado à obra de Evola. Curiosamente, o ano da morte do Mestre aparece errado, indicando o ano de 1984, exactamente uma década depois do desaparecimento do Barão. Aqui fica a nota e a respectiva ilustração:

Conhecido como teórico da direita tradicionalista e pelos seus estudos no domínio da história do hermetismo e do esoterismo religioso, Evola participa, cerca 1920, enquanto escritor e pintor, por um breve período, na aventura dadaísta: torna-se amigo de Tristan Tzara e colabora nas revistas de vanguarda, como «Dada», «Bleu» e «Noi».
É autor, entre outros, do pequeno poema «La parole obscure du paysage intérieur» e de um ensaio «Arte astratta» (1920) que contém importantes notas histórico-críticas, interessantes para a interpretação do futurismo. Quando Evola, por exemplo, fala de subjectivismo orgíaco e de um mergulho brutal a título de purificação, fornece as indicações precisas e preciosas para leitura das primeiras palavras livres marinettianas que encontramos em «Zang Tumb Tumb» de 1914.




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